quarta-feira, 5 de março de 2008

E então...sou passional!

Amor é um sentimento maduro, talvez estável. Já a paixão é intensa, entregue, passional. Quando penso nele, o chocolate, classifico o meu sentimento como paixão eterna. Nossa!!! Como sou dependente. É talvez, meu único vício (talvez!!!) e minha maior paixão (Mila você está acima ok!!)
Esse alimento, já utilizado pelos Astecas e outras civilizações antigas que habitaram nosso continente, é incomparável, insubistituível. Não me canso de encontrar adjetivos que mostrem o quanto me fascina (neste exato momento estou comendo um!).

É dificil elaborar uma descrição verossímel sobre a sensação de consumí-lo. Aliás, esse não é o termo mais apropriado. Prefiro optar por experimentá-lo, experenciá-lo, vivenciá-lo. De repente serei até blasé, mas digo: sou mais feliz quando como chocolate. A ciência explica, mas não procuro entender.

Só sei que essa relação será sempre eterna e passional.

Hasta

Vide Alex

segunda-feira, 3 de março de 2008

O direito a Utopia

Continuo minha saga mostrando canções de minha alma. Quando idealizo ou tento transformar em imagens (mesmo sabendo que é apenas utopia), como seria uma vida feliz, muitas coisas vêm a mente. Nesse final de semana, sim, o hiberbólico que mereceu um post aqui, ouvi uma música que retrata, com exatidão, o que imagino quando penso em felicidade. São cores, movimentos, encontros, descobertas...é uma festa do ser!

Papel Machê - João Bosco

Cores do mar, festa do sol
Vida fazer todo o sonho brilhar
Ser feliz, no teu colo dormir
E depois acordar
Sendo o seu colorido
Brinquedo de papel machê
Dormir no teu colo é tornar a nascer
Violeta e azul, outro ser
Luz do querer
Não vai desbotar, lilás cor do mar
Seda, cor de batom
Arco-íris crepom
Nada vai desbotar
Brinquedo de papel maché
Hasta
Vide Alex...

domingo, 2 de março de 2008

I will follow him...

Não tenho muito a dizer, somente que eu adoro!!! Tudo bem, eu sei que existem clássicos que devem ser venerados, até mesmo com ela (Whoopi Goldberg). Mas essa consciência não é maior que o fascínio que tenho pela história (absurda!) da cantora de boate que, para fugir de criminosos se esconde em um convento, se disfarça de freira e ainda transforma a vida das religiosas, sendo responsável por um coral incrivelmente bem ensaiado, com talentos vocais mais incríveis ainda. Estou falando de "Mudança de Hábito". Não me canso de assistir e sempre espero ansioso pelo, já conhecido, desfecho com apresentações maravilhosas, no melhor estilo gospel. Bem, eu sei que o clichê testemunha escondida que é descoberta pelos criminosos, e que se salva no final quando os meliantes são presos após quase aniquilá-la é mais do que lugar-comum, é quase uma fórmula matemática. Porém, a figura, mais do que hilária, da caridosa Irmã Marie Clarience e das outras religiosas é o que há de melhor.


Enfim, para sempre I will follow him!!!


Hasta


Vide Alex...

Hipérboles

Eu pensava que era sociável. Mas depois de uma noite com amigos e seus respectivos pares, percebi que sociabilidade é uma questão de atitude. Juntar mesas no barzinho, quando se acaba de conhecer alguém é o prenúncio de uma uma noite cheia de surpresas, ainda mais quando a sinceridade é uma marca constante na personalidade de vários componentes da junção inesperada (Será?). Ainda não evolui a tal patamar!
Ao som de Cazuza, Jorge, Dja, Ana, Renato e, claro, Batatinha (remember!) muito se revela, se entende, se surpreende e se confirma. Tudo movido, pelos já citados neste blog, líquidos duvidosos capazes de intensificar as hiperbólicas relações.
Depois desse interessante momento cheguei a seguinte conclusão: Todos são lindos em Paris!

Obrigado aos presentes, agradecemos pela preferência!!!

Hasta

Vide Alex...

sábado, 1 de março de 2008

Tudo é tão óbvio

Considero a ousadia uma qualidade necessária. Admiro, profundamente quem a possui. Mas não uma ousadia qualquer, vazia, superficial, piegas. É preciso transcender, ultrapassar convenções, esquecer do tempo ou da lógica. Quando penso nisso ouço Cazuza. Sempre gostei, mas agora sua obra tem feito mais sentido para mim. Não que eu a tenha entendido racionalmente, e tenho certeza que esse não era seu intuito. Mas ela tem me emocionado, inexplicavelmente ou por razões óbvias. Segue, então, o genial encontro de denúncia social e autobiografia, permeado por contextos e sentimentos:


O tempo não pára - Cazuza

Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou o cara

Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara

Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha no palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros

Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Hasta

Vide Alex...

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Relato

Concentração é exercício. Hoje não consegui realizá-lo. É incrível como as pessoas percebem isso.
E, de repente, todos se voltam e me olham tentando discernir se aquela afirmação era verdadeira. Percebendo que não havia me atingido, o cruel (ou sensível?) professor repete, como que enfatizando, aquela arrebatadora frase: "Alex não está atento hoje, deve estar muito preocupado com algo!" Apesar da extrema veracidade, abri um, até que simpático, sorriso, não respondi e lhe ofereci uma pseudo-atenção.
Sou assim...transparente, é impossível disfarçar!

Hasta

Vide Alex...

I love Japan!!!

Esses japoneses têm me rendido ótimos posts sobre comportamento ou o que for. Achei curiosa a matéria que li hoje sobre Kazuhiro Watanabe. Homem de 33 anos, que roubou, nada mais, que 27 pares de botas femininas de clubes e hospitais. E por que? FETICHE!!! Segundo ele, imaginar a mulheres que as usavam o deixava excitado. Será? (leia!)
E se essa mais nova forma de prazer pega por aqui? Salvem as lojas de calçados!!!
O fato é que tenho adorado essas excentricidades orientais.

I love Japan!!!

Hasta

Vide Alex...