quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Peripécias inesperadas e outras surpresas...


O menino-azul pensava em tudo o que estava vivendo: suas angústias, desejos e frustrações. Um verdadeiro turbilhão de sentimentos e incertezas. Ao longo de sua curta existência ele cultivou amigos preciosos: a menina-rosa, a menina-lilás, a menina-branca e o menino-amarelo(alvo maior dessa reflexão). Mesmo sem querer e não conseguindo controlar, ele sentia o que não queria e o que não podia sentir. Uma luta árdua, onde a vitória e a derrota encontravam-se em um limiar quase imperceptível. Uma ansiedade tomou conta de sua vida. Isso o irritava, pois sabia que os frutos da amizade são saborosos e eternos. Sim, ele adimitia: estava corrompido pela inveja. Que tortura o assombrava! Tudo o que ele recebeu, durante a história dessa amizade, foi carinho e apoio. Era inadmissível, terrível e obscuro. Confuso? Como se incomodar com a alegria de alguem a quem ama e que demonstra reciprocidade? Talvez seja essa a consequencia de algumas escolhas e abdicações feitas por ele mesmo. "Racionalismos" a parte, ele preferiu não entender e seguir sua vida de menino-azul, lutando contra o que não se pode controlar, cultivando o que já floriu e frutificou e...abstraindo!
Hasta
Vide Alex

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Desconstruindo...



Ode a Guimarães!!!

Hasta

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segunda-feira, 2 de junho de 2008

Acalanto

Canto com Adoniran a canção da alma. A minha e a dele. Apenas canto e que ele purifique, liberte e preencha.

Bom dia, tristeza - Adoniran Barbosa

Bom dia, tristeza
Que tarde, tristeza
Você veio hoje me ver
Já estava ficando
Até meio triste
De estar tanto tempo
Longe de você
Se chegue, tristeza
Se sente comigo
Aqui, nesta mesa de bar
Beba do meu copo
Me dê o seu ombro
Que é para eu chorar
Chorar de tristeza
Tristeza de amar



E seguirei...com Adoniran

Hasta

Vide Alex...

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Sobre vida e outras formas de existir


Assim como meu amado "Léxico Falante" (leia) reservo-me o direito de permanecer em silêncio, por precisar valer-me de seus benefícios. Estou sem vontade e condições de falar. São parodoxais minhas palavras, quando comparadas ao último texto. Porém SOU paradoxal e a vida também é. Sinto minhas forças e paciência esgotando-se. E, por isso, quero apenas pensar, tentar entender, não conseguir e olhar para fora da janela, onde o mundo é bem diferente e onde a vida acontece de verdade. Permanecerei em silêncio para ouvir os gritos do inconsciente!

Hasta

Vide Alex

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Reconstrução

E mais uma vez sofro por ser passional. Por não expressar angústias. Por aprisioná-las até que me preencham totalmente, impossibilitando enxergar horizontes mais amplos. Por trair meus desejos. Por submetê-los ao jugo de uma pseudo-racionalidade necessária. Por pensar mais e agir menos. Por demorar. Não devo aceitar esses maniqueísmos estereotipados. Quero o equilibrio. Quero criar. Quero dizer e quero que ouçam. E se não ouvirem quero gritar. Não como flecha mas como rede. Quero mudar, ter medo, superar. Primeiro passo dado e primeiras palavras ouvidas. Basta esperar e descobrir o tom da voz!


Hasta

Vide Alex...

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Prenúncio

A semana apenas começa e não será fácil. Muito trabalho, estudo, problemas, mas uma vontade inexplicável de encontrar soluções. Estou cheio de paz e tranquilidade. Os singelos detalhes da vida têm feito toda a diferença. Estou feliz por me conhecer melhor. Sinto minha evolução e quero mais. Sou, incorrigivelmente, sonhador. Isso estava adormecido. Não por não querer sonhar, mas por estar de olhos vendados. A crise, arrebatora e angustiante, provoca mudança. Sou diferente. Hoje sonho. Quero sonhar. Misturam-se em mim sentimentos e desejos. Continuo cansado (vide post anterior), mas já me importo pouco com isso. Muito tempo foi perdido. Necessário, mas perdido. Não quero recuperá-lo, prefiro deixá-lo pelo caminho. Quero, apenas, mais tempo. Mais vida. Outra vida. Viver. Sonhar. Seguir. Descobrir. Ser... O rio de águas límpidas e transparentes reflete e não oculta seu interior.

Hasta

Vide Alex

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Quimeras e outras profundidades momentâneas

Tenho provado um certo mal contemporâneo: ausência de tempo! A expressão ou o próprio fato é uma epidemial social, pois trata-se de algo impossível! Nós é que não sabemos otimizá-lo. Sim, digo nós. Meu dia é repleto de atividades, passo 15 horas fora de casa, estou cansado e me sinto incapaz de realizar todos os meus deveres. Contudo, o que parece o fim (praticamente o Armagedon!) é apenas o que me faz sentir "normal". Mesmo cansado, sinto que estou em processo de crescimento e evolução. Os leões (vide post anterior) que tento matar diariamente, me amadurecem e me fazem mais forte! Não sou a favor das insaciáveis buscas que nossa sociedade prega. Mas sou consciente das necessidades cotidianas, de suas consequências e implicações. (seria uma pseudo-profundidade?)

Enfim, tudo isso só para dizer que estou cansado, um pouco confuso, traçando novas metas, demasiado confuso com elas e aguardando novas idéias, definições e tempo! Sonho deitar um pouco mais!

Hasta

Vide Alex